Conta-me Histórias

Conta-me Histórias: Cigarro

Conta-me Histórias - Cigarro

Lembras-te do conto de Maio, A Gaivota Suicida? Tal como esse conto, este Cigarro também é batota e também foi escrito em 2014. A falta de tempo e de ideias e a vontade de publicar o oitavo conto do ano fez com que decidisse ir resgatar algumas histórias antigas. Enquanto o fazia deparei-me com este conto. Ainda não leste?

Cigarro: Outro Conto Avaliado

Tal como aconteceu com o conto de Maio, também este surgiu na cadeira de Técnicas de Expressão do Português. Este foi, se não estou em erro, o primeiro trabalho desse semestre. Tínhamos de escolher uma palavra aleatória e escrever uma história baseada nessa palavra.

Lembro-me de que, na altura, tentei escrever sobre várias palavras, mas não gostava de nenhum dos textos que começava. Enquanto tentava escrever para outras palavras surgiu-me esta ideia e comecei-a. Foi quando percebi que queria que a palavra fosse cigarro.

Apesar de estar a trabalhar noutros contos, decidi partilhar este porque também fiquei com pena de o ver perdido nas pastas do meu computador. Mas já que falamos de outros contos…

Os Contos de Natal

Estão a chegar dois contos muito festivos ao Conta-me Histórias. Bem, na verdade, está a chegar um conto muito festivo ao Conta-me Histórias. Ainda não sei quando, mas ele há-de chegar ainda em 2019.

No entanto, há uma data que posso já dar: 24 de Dezembro. Neste dia os subscritores da newsletter vão receber um conto exclusivo, criado apenas para eles. O conto não vai ser publicado no Medium nem no blog, só vai mesmo para quem subscrever. Portanto, se o quiseres ler, aconselho-te a subscrever a newsletter.

Enquanto não chega o Natal, podes ler ou reler os anteriores aqui.

2 Comentários

  • Reply
    Andreia Morais
    15/12/2019 at 20:45

    Este recuperar de histórias é, também ele, um belo exercício, até porque ajuda a que algumas não fiquem perdidas. E é, ainda, uma forma de vermos a nossa evolução. Já vou cuscar 🙂
    Aguardando pelo dia 24!

    • Reply
      Sofia Costa Lima
      16/12/2019 at 18:53

      É verdade, embora não saiba se os outros o notam ou se somos apenas nós.

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